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sábado, 12 de dezembro de 2015

Harriet Quimby - A Primeira Dama do Ar da América - Colorização e Restauração Digital

Harriet Quimby (11 de maio de 1875 - 01 de julho de 1912) piloto, jornalista, atriz, roteirista, Conhecida por ser a primeira mulher licenciada como um piloto nos Estados Unidos; primeira mulher a voar solo através do Canal Inglês, Também conhecida como: Primeira Dama do Ar da América

Harriet Quimby, estabeleceu-se em Nova Iorque como fotoperiodista no Leslie’s Illustrated Weekly. Em outubro de 1910 conheceu John e Matilde Moisant no Torneio Aéreo Internacional de Belmont Park, onde John ganhou a corrida ao redor da estátua da Liberdade para a equipe estadunidense. Diferentemente da escola de vôo dos irmãos Wright, que não admitia mulheres, o centro que John e seu irmão Alfred comandavam não impediu o ingresso de Harriet e Matilde. Havia mulheres que pilotavam aviões em exibições e encontros aéreos, porém nenhuma dispunha da licença de piloto: Harriet a obteve em 1 de agosto de 1911.

Depois de exibir-se em espetáculos aéreos, Quimby decidiu realizar a travessia do Canal da Mancha concretizada por Louis Blériot, porém em sentido contrário. Para isso viajou ao Reino Unido em segredo para não despertar o interesse de uma potencial competidora e pediu emprestado um dos Nº XI de Blériot. Harriet Quimby decolou as 5h e 30min do dia 16 de abril de 1912 e pousou as 6h e 29 min a 48 km de Calais, próximo da localidade costeira de Hardelot. Seu vôo durou 20 minutos a mais que o de Blériot. Por desgraça, sua façanha foi ofuscada pelo afundamento do Titanic, ocorrido um dia antes. As celebrações de Quimby se limitaram a um brinde com champanhe oferecido pelos vizinhos de Hardelot, já que a tragédia no atlântico ocupava todas as manchetes dos periódicos do mundo todo.

Ao regressar aos Estados Unidos, ganhou até 100.000 dólares por cada exibição aérea realizada. Em 1º de julho de 1912, se apresentou no Terceiro Encontro Anual Aéreo de Boston em um monoplano de dois lugares e permitiu subir um passageiro. Era Willian Willard, Diretor da competição. Durante o vôo, o avião se inclinou em excesso para frente, e Willian desprendeu-se de seu assento, morrendo na hora. Sem o contrapeso de um passageiro, Quimby só pode controlar momentaneamente o avião e também chocou-se contra o solo. 



sábado, 14 de novembro de 2015

Amelia Earhart - Colorização Digital

Amelia Earhart (1897-1937) foi pioneira norte-americana na aviação dos Estados Unidos. Foi defensora dos direitos das mulheres e a primeira mulher a pilotar sozinha pelo oceano Atlântico. Recebeu a condecoração "The Distinguished Flying Cross" por ter realizado o feito.

Amelia Mary Earhart nasceu em Atchison, Kansas, no dia 24 de julho de 1897, na casa do avô materno, o ex-juiz federal Alfred Otis. Foi apelidada de “Meeley” e sempre mostrou comportamento anti-convencional, não aceitando os ditames da educação tradicional.

Amelia Earhart já gostava de aventuras desde a infância, quando usava uma rampa que parecia uma montanha russa, construída pelo tio Earhart. Também tinha grande interesse por leituras e entrou na 1º série com 12 anos. Com a morte de sua avó materna, começou a ter uma vida conturbada, enfrentando problemas de alcoolismo de seu pai e pela impossibilidade de sua mãe de desfrutar a herança.

Em Chicago, Earhart foi estudar no Hyde Park High School, onde não adaptou-se. Entrou para a Ogontz School, Pensilvânia, mas não terminou o curso. Em 1917, fez treinamento de enfermagem pela Cruz Vermelha, em Ontário, Canadá, para ajudar no tratamento dos soldados feridos da Primeira Guerra Mundial.

Sua primeira experiência em voo foi em Long Beach, quando começou o curso com a professora Anita em 1921. Voou uma altitude de 14.000 pés. Foi a 16º mulher a obter licença de voo pela Fédération Aéronautique Internationale (FAI).

Em 1925, mudou-se para Boston. Fez parte da Associação Nacional de Aeronáutica. O jornal "Boston Globe" considerou-a como uma das melhores pilotos dos Estados Unidos.

Em 1928, O editor nova-iorquino George Putnam organizou uma viagem em torno do Oceano Atlântico para que Earhart fosse a primeira mulher a realizar o feito, mesmo como passageira. Em 1932, realizaria o voo sozinha.

Em 1935, Earhart, empreendeu voo ao redor do mundo sozinha, mas não concretizou a aventura. Tentou novamente em 1937, quando partiu de Costa Rica, passou pela América do Sul até a África, de onde partiu até a Austrália, quando já tinha voado cerca de 22.000 milhas (35.420 km). Fez seu último contato no dia 2 de julho de 1937 e nunca mais seu corpo e vestígios do avião foram encontrados, embora em sua busca, o governo americano tenha enviado 66 aviões e 9 navios.